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Meu Cliente — ICP e Mapa de Stakeholders

Carregado com o mesmo exemplo fictício das outras ferramentas (solução de risco de deterioração clínica em UTI). Limpe antes de preencher o seu.

A coluna que dói é a última. “Já conversamos” separa o que você sabe do que você imagina — e é de lá que sai a sua missão de campo. O PDF sai sempre com as duas páginas. Não recarregue a página; baixe o PDF ao terminar.

Frente — o perfil de cliente ideal. ICP não é quem poderia comprar. É quem tem maior probabilidade de comprar e ter sucesso com a solução.

temos evidência temos indícios ainda é hipótese

Tipo de organização ou pessoa + contexto + porte ou perfil + o que a torna especialmente aderente. Se couber “hospitais” sem mais nada, ainda é segmento, não ICP.

Contexto institucional

Público, privado ou filantrópico? Porte, especialidade, região.

O que explica o fit

Maturidade digital, volume, capacidade de integração, indicador sob pressão.

Quem eu descartei — e por quê

Um ICP que não exclui ninguém não é um ICP.

Verso — quem precisa participar da adoção. Uma mesma pessoa pode ocupar mais de um papel. O que não pode é um papel ficar sem nome.

Papel Quem énome e cargo, não “a diretoria” O que ganha se adotarna linguagem dele O que temepor que ele resistiria Pode
bloquear?

conversamos?
0de 9 papéis com nome
0de 9 já conversados
0podem dizer não

Normalmente é o que tem nome vazio ou “não” na última coluna. É por ele que a validação começa.

Uma pessoa real, alcançável nas próximas duas semanas.

A pergunta que muda uma decisão, não a que confirma o que já achamos.

Data, não “em breve”.